Antes de começar a freqüentar aulas numa academia ou se submeter a algum programa de exercícios, muitas pessoas se recusam a fazer antes uma avaliação física. Argumentam que estão bem e que sempre praticaram esse tipo de atividade sem problemas. Mas será que estão agindo da maneira certa? Será que os resultados não serão melhores com a devida orientação? Segundo o American College of Sports Medicine, é fundamental fazer uma avaliação antes de iniciar qualquer programa de atividade física. Uma avaliação física inicial cumpre os seguintes objetivos:
Fornece dados importantes para a prescrição de exercícios, como o condicionamento físico atual e o nível de força e flexibilidade da pessoa.
Coleta dados que permitirão posteriormente a avaliação do progresso dos alunos.
Motiva o praticante ao estabelecer objetivos realistas para o programa de exercícios.
Educa o praticante a respeito dos conceitos que envolvem a prática de atividade física.
Identifica riscos significativos, como os cardiovasculares e os articulares.
É importante ter em mente que cada pessoa tem estatura, peso, composição corporal, condição física e articular diferentes. Além disso, as pessoas procuram a atividade física com expectativas, preferências e objetivos diversos. Tudo isso deve ser levado em conta na montagem de um programa de atividades físicas para que haja resultado satisfatório.Mesmo que você resolvesse praticar exercícios por conta própria, o ideal seria passar por um exame médico e por uma avaliação física inicial. O médico verificaria se você tem saúde para se submeter a um programa de exercícios e o profissional de Educação Física o orientaria sobre qual exercício fazer e como fazer. As melhores academias do país já oferecem esse tipo de serviço, com hora marcada, mesmo para não alunos.Este texto foi escrito por Mônica Marques, professora de Educação Física especializada em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina, diretora da Companhia Athletica de São José dos Campos e escolhida Profissional do Ano 1998, pela Fitness Brasil.
Fornece dados importantes para a prescrição de exercícios, como o condicionamento físico atual e o nível de força e flexibilidade da pessoa.
Coleta dados que permitirão posteriormente a avaliação do progresso dos alunos.
Motiva o praticante ao estabelecer objetivos realistas para o programa de exercícios.
Educa o praticante a respeito dos conceitos que envolvem a prática de atividade física.
Identifica riscos significativos, como os cardiovasculares e os articulares.
É importante ter em mente que cada pessoa tem estatura, peso, composição corporal, condição física e articular diferentes. Além disso, as pessoas procuram a atividade física com expectativas, preferências e objetivos diversos. Tudo isso deve ser levado em conta na montagem de um programa de atividades físicas para que haja resultado satisfatório.Mesmo que você resolvesse praticar exercícios por conta própria, o ideal seria passar por um exame médico e por uma avaliação física inicial. O médico verificaria se você tem saúde para se submeter a um programa de exercícios e o profissional de Educação Física o orientaria sobre qual exercício fazer e como fazer. As melhores academias do país já oferecem esse tipo de serviço, com hora marcada, mesmo para não alunos.Este texto foi escrito por Mônica Marques, professora de Educação Física especializada em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina, diretora da Companhia Athletica de São José dos Campos e escolhida Profissional do Ano 1998, pela Fitness Brasil.
Obs.: Este texto foi extraído de pesquisas na internet.
Fonte: www.py2gea.com.br

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